Tribuna da Bahia: ”Nova opção no roteiro ecológico” (01/02/2011)

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Numa época em que o ambiente natural em estado puro é cada vez mais raro e valorizado, um ecossistema ainda preservado e de rara beleza vem despontando como a mais nova opção de lazer e entretenimento ecológico em Salvador: o Parque das Dunas, localizado em Stella Mares.

Afinal, no mundo inteiro hoje, os ativos ambientais locais se constituem cada vez mais num patrimônio cobiçado e valorizado que atrai turistas e visitantes, preserva o meio ambiente e deixa um importante legado para as futuras gerações.

“Aqui os visitantes entram em contato com o que de mais autêntico existe em Salvador em termos de ambiente natural, com paisagens belíssimas, uma fauna e flora riquíssimas, majestosas dunas de areia branca e uma lagoa maior do que a famosa Lagoa do Abaeté. É impossível visitar o local e não sair encantado com a sua magia e diversidade”, conta o ambientalista Jorge Santana, presidente da Unidunas – Universidade Livre das Dunas, responsável pela administração do parque.

Segundo ele, até o próximo mês de março o parque passa a contar com uma moderna sede administrativa, com estacionamento para 100 veículos, duas salas de aula, centro multimídia com computadores ligados à internet, TV e vídeo, onde serão exibidos documentários ambientais, sala da administração e baterias de banheiros masculinos e femininos.

“Teremos capacidade para receber até 80 pessoas por vez, como grupos de estudantes interessados em participar de uma aula viva de educação ambiental, pesquisadores, ambientalistas, turistas ou simplesmente pessoas interessadas em viver momentos de descontração e de plenitude num ambiente natural”, conta Santana.

Ele diz que o parque já está implantando um horto para a produção de mudas específicas da restinga e vegetação litorânea, com capacidade inicial para produzir 15 mil unidades por ano. “A ideia é utilizar o material produzido no nosso horto para promover uma recomposição paisagística da orla de Salvador com espécies nativas e por isso mesmo adaptadas ao ecossistema praiano, sem necessidade de rega nem adubação”.

A utilização de vegetação nativa na recomposição paisagística das cidade é uma tendência em alta hoje em todo o mundo.