União dos Escoteiros do Brasil fazem atividade ecológica no Parque das Dunas

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Na manhã de hoje, dia 18 de agosto de 2012, a União dos Escoteiros do Brasil – Região Escoteira da Bahia (UEB/REBA) esteve no Parque das Dunas. Cerca de 200 crianças percorreram em trilha o ecossistema de dunas, lagoas e restinga do Abaeté.

O grupo encontrou na UNIDUNAS uma oportunidade de promover uma atividade escológica com os escoteiros. Cada equipe seguiu com um dos guias do Parque pelas trilha interpretativas do local. “A garotada está gostando muito”, afirma Marco Antônio Almeida, diretor da UEB/REBA, que já presta serviço voluntário há 45 anos na instituição.

Segundo Almeida, o movimento de escotismo nasceu no ano de 1907, na Inglaterra. A idéia foi trazida para o Brasil após 3 anos, pelas forças armadas, inicialmente no Rio de Janeiro. As atividades eram feitas dentro dos quartéis, onde os filhos dos oficiais participavam. “Pela época você pode imaginar o quanto era rígido”, ressalta o diretor. No entanto, com o passar dos anos, a prática é aberta à sociedade, onde civis são presidentes de grupos de forma voluntária. “Com boa vontade e responsabilidade se faz de tudo”, conclui o veterano.

O escoteiro Elvis Souza, de 13 anos, é morador do bairro do Cabula e ficou impressionado com o que viu. “Foi muito legal, conhecemos vários tipos de plantas e árvores. Aprendi muito sobre as dunas”, comenta. “Me surpreendi com as bromélias, elas acumulam água”, conclui, demonstrando absorver todo o conhecimento passado pelo guia do seu grupo.

Por fim, todo o grupo se reuniu na área do aquecimento para agradecer e premiar o presidente da UNIDUNAS Jorge Santana com um diploma de mérito. A premiação foi por serviços de alta relevância prestados ao Movimento Escoteiro da Bahia. “Me sinto honrado, quero trazer um grupo para o Parque”, afirma Santana.

Entre gritos de guerra e apertos de mão escotista, as filas de crianças se movimentavam pelo Parque com o auxílio do apito de seus monitores e praticavam a disciplina que lembra a educação militar.

Por Felipe Santana